Abaixo, encontramos duas fotos de mulher de Arcoverde, Pe., que adotou cinco crianças. Todo o pouco, pouquíssimo, que ganha vai para os filhos adotivos. Há um quinto, um pouco maior, que já trabalha e estuda.

Crianças pobres e sem família tem um risco de delinqüência e de vitimização que é muitas vezes mais elevado que o de crianças de classe média ou alta com família completa.

É surpreendente o número de homens e mulheres que não conseguem amar o filho dos outros, inclusive do companheiro ou companheira. Temos lido sobre assassinatos de crianças por um dos pais, por padrastos e por madrastas. É um contraste gritante com o excedente de amor que Rosa gera e distribui entre os filhos que ela não pariu. Essa generosidade na distribuição do nosso amor paterno e/ou materno talvez seja a reserva mais importante para combater a violência e a delinqüência juvenil. Aprendamos com essa mulher simples e sigamos seu exemplo.


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