Em junho deste ano, a União Européia proibiu que vôos provenientes da Indonésia aterrissassem na Europa. Como nenhuma das 51 companhias da Indonésia atualmente vôa para a UE, a proibição serve, apenas, como um aviso aos viajantes. É degradante para um país ver suas companhias aéreas na lista negra por inseguras. Isso inclui a principal companhia, a Garuda. Companhias brasileiras como a VARIG, dotada de excelente manutenção, não estavam próximas do nível crítico de certos países, entre êles quase todos os africanos, do Oriente Médio e a Indonésia, mas a crise aérea brasileira existe, é visível a quem quizer olhar e os graves desastres repetidos em anos consecutivos podem colocar a aviação brasileira numa situação desmoralizante de fazer companhia às empresas de países como a Indonésia. A UE tem seguido o conselho do Air Safety Committee, que segue critérios técnicos e a posição do Brasil deteriorou muito nos últimos anos. É difícil que o que aconteceu com as empresas indonésias aconteça com as brasileiras, mas estamos trabalho com um capital de credibilidade sobre segurança que foi acumulado no passado.

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