Mortes no trânsito e cultura cívica
fevereiro 16, 2008
A pior coisa a respeito de acidentes talvez seja o nome. Acidentes não são “acidentes”. São evitáveis. Políticas públicas adequadas e preparação da cultura cívica podem significar milhares e milhares de vidas salvas.
As mortes no trânsito por dez mil veículos variam muito de estado para estado, no Brasil. A taxa mais baixa está em São Paulo e as taxas mais altas se concentram no Nordeste e no Norte do país. Os 14 estados com mais alta taxa de mortes por dez mil veículos estão no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O que pode explicar isso?
Frota mais velha, piores carros?
Piores estradas?
Polícia, sobretudo a rodoviária, pior preparada?
Maus governos?
Ausência de políticas públicas alicerçadas em conhecimento sólido e não em chutes?
Cultura cívica?
Possivelmente todas contribuam um pouco, mas ainda não coletamos e analisamos os dados adicionais necessários para saber quais as mais importantes.
Há um fato indiscutível: essas condições mataram dezenas de milhares no ano passado, estão matando dezenas de milhares este ano e vão continuar matando dezenas de milhares cada ano, todos os anos.
A máxima, que se aplica ao crime, também se aplica aos “acidentes”:
Bons governos salvam vidas!
setembro 15, 2008 às 2:23 pm
o pior de um acidente eh mm ser atropelado.Eu intendo que quem esta a guiar eh mau chocar contra alguem mas imaginem so como as pessoas que levaram com o carro devem-se tar a sentir e o pior eh o dps!